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Bronze histórico, Brasil bate recordes no Mundial de Marcha Atlética

Da Redação
13 de abril de 202613 de abril de 2026 No Comments
AVERA Esportes Jornalismo

Foto: Mariana Sá/COB

O Brasil conquistou medalhas inéditas em casa, com um protagonismo brilhante do Caio Bonfim e equipe feminina

Por Ludmila Santana

Revisado por Cauan Pacheco

O Brasil conquistou um resultado histórico no Mundial de Marcha Atlética 2026, realizado neste domingo (12), em Brasília, ao subir no pódio em duas ocasiões. Com medalhas de bronze garantidas por Caio Bonfim, na meia-maratona individual, e pelo time feminino, na maratona por equipes, o país reafirmou sua evolução técnica e o status de potência mundial da modalidade diante de sua torcida.

A primeira Maratona Masculina e Feminina teve início às 6:45 da manhã, com um percurso de 42,195 km. O desafio sob o sol de Brasília originou a conquista da medalha de Bronze para a equipe brasileira, composta por Viviane Lyra (5ª individual), Gabriela de Sousa (11ª), Mayara Vicentainer (12ª), além de Erica Sena e Paula Raissa, que completaram o time de elite.

A consistência do trio principal foi o fator determinante para superar potências mundiais e garantir o lugar no pódio em solo nacional.

A equipe japonesa ficou em primeiro lugar,  destacando como os atletas do continente asiático estão dominando cada vez mais os pódios. Com a medalha de prata ficou a Espanha, que manteve uma estratégia de grupo muito sólida durante toda a prova. 

Esse cenário coloca o Brasil em um patamar de elite, sendo o único país das Américas, ao lado do Equador, a desbancar potências tradicionais da Europa e Ásia neste mundial.

Foto: COB

A prova de 21km da Meia- Maratona Masculina foi decidida nos detalhes. Caio Bonfim, da equipe brasileira, manteve-se no pelotão de elite desde o primeiro quilômetro, enfrentando especificamente os adversários da Itália que ficaram com a medalha de Ouro e da Etiópia que recebeu a de prata. 

Com lágrimas nos olhos e a medalha de bronze no peito, Caio Bonfim ressaltou que marchar em Brasília, sua cidade natal, teve um sabor especial: ‘É uma luta diária contra o cronômetro e contra a falta de estrutura. Estar aqui hoje, com o apoio da minha família e do povo brasileiro, prova que a marcha atlética merece respeito e investimento’, afirmou o recordista.

Neste domingo  observamos o quanto as equipes brasileiras estão melhorando em seus desempenhos, possuindo profundidade técnica, para mostrar que, com investimento e visibilidade, o passo da marcha brasileira será cada vez mais firme e veloz rumo aos próximos desafios globais.

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