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Mesa de trabalhos destaques promove troca de experiências no último dia de Curto Circuito

Da Redação
1 de abril de 20231 de abril de 2023 No Comments
Curto Circuito

Alunos veteranos compartilharam com calouros seus processos de ideação e produção de trabalhos A3

Por Ana Carolina de Araújo
Revisão: Antônio Netto

Nesta quinta-feira (30), na programação noturna do Curto Circuito, a Unifacs recebeu a Mesa “Trabalhos Destaque” ministrada por alunos veteranos da instituição, que apresentaram seus melhores Trabalhos A3 para os Calouros dos cursos de Comunicação, no intuito de promover uma troca de experiências e dicas valiosas para o processo de elaboração de projetos futuros dos novatos.

Realizada sob a mediação da Prof. Lívia Veiga, na Sala 33, a mesa apresentou três projetos nota dez das UC’s Produção de Conteúdo Multiplataforma, Narrativas e Produção Transmídia e Linguagem e Relações Estéticas, respectivamente, elaborados por alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Comunicação e Marketing, e Relações Públicas – que por terem um ótimo desempenho na execução dos trabalhos, serviram de exemplo para alunos de primeiro semestre que estão cursando essas unidades curriculares.

Mulheres na Política

Os alunos de jornalismo Hasani Lopes e Uéditon Teixeira apresentaram seu projeto multiplataforma, que tem como título: “No comando: A Revolução Feminina na Política Brasileira”.

O trabalho em formato Longform trouxe discussões, reflexões  e informações sobre o atual cenário político feminino na Bahia, e como ele tem evoluído para uma mudança efetiva de uma realidade ainda excludente para as mulheres, sobretudo, as racializadas.

Hasani Lopes e Uéditon Teixeira apresentando seu Trabalho A3 da UC Produção de Conteúdo Multiplataforma para os estudantes/Foto: Eduardo Costa

“A escolha do tema teve como ponto de partida a solidão da mulher negra, que junto com um cenário de eleições, nos inspirou a buscar por lideranças femininas que fazem parte de projetos sociais em prol de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária”, explica Teixeira.

Por meio do podcast, reportagem em audiovisual, entrevista ping-pong e notícias escritas que compuseram a Longform, o grupo levantou discussões sobre a construção da sociedade brasileira baseada no patriarcado, os reflexos dessa construção e como esse sistema social baseado em uma cultura, estruturas e relações que favorecem os homens, em especial o homem branco, cisgênero e heteressexual, dificultam a inserção das mulheres na política.

O trabalho teve como narrativa central as Mulheres no Século VI, e a equipe focou em mostrar mulheres em ascensão, ocupando espaços ainda muito pouco acessados por mulheres, sobretudo mulheres pretas e periféricas.

Aluna Alexa Santa Rosa/Foto: Carolina Araújo        

A estudante Alexa Santa Rosa, integrante da equipe, explicou um pouco sobre o objetivo inicial ao escolher falar sobre mulher em cargos de poder, e como isso impactou no resultado do trabalho final:

“A nossa inspiração foram mulheres pretas em evidência no cenário social como um todo, até chegarmos no segmento político, onde tínhamos como objetivo escutar essas mulheres e dar voz às suas lutas e trajetórias política.”

O grupo finalizou a Longform com primor trazendo perfis e reportagens com grandes nomes da política baiana atual, como Olívia Santana e Tâmara Azevedo.

Resistência e Moda

O segundo grupo a apresentar, teve como fio condutor da A3 o debate sobre a real inclusão das minorias nos meios de massa, principalmente no mundo fashion.

“Estamos inseridos em uma sociedade, onde a representatividade, inclusão e diversidade tornou-se pauta. A internet gritou e o capitalismo ouviu: todos devem estar inclusos. Flashs, passarela, visibilidade são signos daquilo que está na moda: hoje, a resistência. gordo, trans, deficiente, favelado, o LGBTQIA+, minorias que passeiam entre o ético e o lucrativo na mão das grandes indústrias. Mas até onde vai a visibilidade pela inclusão?”, questionou Gabriele Carvalho, integrante da equipe.

Os alunas relataram que para promover essas discussões, em um modelo de produção transmídia, foi necessário definir alguns tópicos por etapas, começando por estabelecer o público-alvo do tema em questão, e aí então escolher as mídias que serão utilizadas.

Sobre o processo de elaboração do trabalho, Giovanna Rocha relatou que a maior dificuldade foi finalizar o checklist do barema, e que o tempo de produção foi o maior vilão. Ela aconselhou: “Iniciem suas produções o quanto antes, afinal, os laboratórios são muito procurados em final de semestre, além disso, escolha um tema que seja uma afinidade comum a todos do grupo e que tenha facilidade para encontrar fontes”.

As estudantes afirmaram que tem sim como entregar um trabalho com excelência sendo calouro, e que a criatividade, entusiasmo e organização são os maiores aliados.

As Veteranas Letícia Costa, Maiara Gomes, Carolina Araújo, Gabriele Carvalho e Giovanna Rocha/Foto: Prof. Lívia Veiga.

Após a apresentação, Gabriele Carvalho, graduando do terceiro semestre de Jornalismo, dividiu um pouco de suas impressões pessoais sobre esse trabalho e a escolha do tema.

Gabriele Carvalho, estudante de Jornalismo/Foto: Carolina Araújo

Para ela, todo projeto se torna mais fácil quando feito em harmonia com seu grupo, e quando o tema representa todos os envolvidos.

“No início eu achei que não teria nada a ver com moda, mas quando começamos a nos aprofundar sobre o tema, eu percebi que as problemáticas envolvidas estavam mais presentes na minha vida do que eu imaginava. A equipe como um todo se empolgou muito com o tema e isso fez total diferença no processo de produção e pesquisa, até chegarmos no produto final”, declara.

Obrigado, Axé

O grupo de estudantes que fechou a mesa e o Curto Circuito, trouxe um produto super diferente da UC Linguagens e Relações estéticas, onde além de optar pela escolha de narrar a história de um gênero musical, apresentou um produto também musical: uma letra de música de Axé Music, cantada e ilustrada por um videoclipe produzido pelos alunos.

Estudante Pablo Amaral/Foto: Carolina Araújo

Pablo Amaral, integrante que esteve à frente do projeto e da apresentação, dividiu um pouco das suas dificuldades em chegar em um tema, e assim definir a linguagem e estética do produto final.

“A maior dificuldade foi a definição do tema, a escolha do fio da narrativa que iríamos seguir. Inicialmente já queríamos falar sobre música, e depois de muitas discussões acerca do papel da música em nossas vidas, chegamos ao Axé Music, e tudo fluiu super bem. Uma equipe conectada faz toda a diferença”, declara.

O grupo quis criar um produto que contasse um pouco da história desse movimento musical riquíssimo, utilizando da semiótica da cultura baiana e muito gingado.

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